
balaio, domingo eu não saio... de bambu e corda, só se for pra rezar. luz no cabelo e nos olhos, no sorriso do justo, feito pra iluminar. cruz, na parede e no púlpito, nas nossas costas de súbito, pesadas pra se carregar. porta, abre e fecha o caminho, o balaio eu carrego sozinho e ilumino essa luz com meu jeito de andar.
tem horas que a gente se pergunta por que é que não se junta tudo numa coisa só...